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Qual a Criança de Cada Mãe? Dia das Mães
18 min de vídeo · 3 mil palavras · Com Gabriel Cacella, Daniela Cacella, Bernardo Cacella
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Tá à vontade, né, com a sua mãe aí? [risos]
Ela é linda. Ah, para, não acredito que tu falou isso. Ai, meu Deus, tá muito confuso.
Gente, tu tá misterioso, né? Ah, você tem cara de quem apronta. [risos]
A sua mãe é bonita? É? Cê não gostou? Não? Gente, eu tô chocada que essas crianças tão me enganando muito.
Vem aqui. [risos]
Hoje, essa mãe e esses dois filhos vão ter que adivinhar de qual mãe é cada criança. Quem acertar mais, vence. Meu nome é Daniela Cacella, tenho quarenta e oito anos, sou mãe do Bernardo e do Gabriel. A minha estratégia é andar com as crianças, conversando, falando pra ver a troca de olhares deles com as mães, né, como eles vão se posicionar, agir com as minhas brincadeiras.
Meu nome é Bernardo Cacella, eu tenho dezessete anos de idade. Eu amo criança e minha estratégia de hoje é ver o posicionamento corporal da criança, levar a cada mãe, ver se abraça, se sente carinho ou algo assim, ver no rosto dela mesmo, pra eu a-- tentar adivinhar o máximo de mãe e filho possível.
Meu nome é Gabriel Cacella, eu tenho vinte e sete anos e minha estratégia hoje é fazer perguntas não óbvias pras crianças, tentar arranjar alguma coisa pra elas. Eu não sei, feeling também, eu quero ver onde cada uma vai se sentir mais confortável com a mãe.
Quem vocês acham que vai vencer e quem vocês acham que vai perder?
É daqui?
É, aqui é o primeiro lugar, porque minha maneira de criança é diferente de vocês, eu acho que eu vou acertar.
Eu acho que eu sou o mais inteligente da família, entendeu? Ah, tô errado. Eu sou o mais inteligente da família.
Tu com seus sessenta ano vai deixar ele falar isso, que é o mais inteligente? Eu de primeiro...
Você de terceiro, eu em segundo.
Tu nem quer ter em primeiro.
Não, então vamo fazer uma aposta, vamo fazer uma aposta. Se o-- quem ganhar, milzinho na conta.
Fechou, entre nós três.
Vou dar a vida pra sair.
[risos] Eu acho que eu vou ser o primeiro.
Ah, posso nem falar.
Ó, eu primeiro-
A gente vai ficar aqui seis horas-
Você segundo.
Só não pode. Vamo entrar em consenso, vai. Você em último-
Você se acha, ó.
Minha mãe segundo e eu em primeiro. No final a gente vai ver quem ganha essa aposta, fechou?
Se você perder, cê vai me dar mil.
A mesma coisa você.
Não, quem for o último é que paga o mil.
Perfeito. Então tá bom.
Oi! Vou dar uma passeada antes. Vou olhar pra todo mundo. Oi! Tá chorando. Nossa, que olho lindo. Nossa, não tem nenhuma mãe aqui com olho pra poder me dar um spoiler. Eu vou pegar primeiro, deixa eu ver. Então, ele tá chorando. Eu acho que ele tá bem tristinho, né? Porque tá longe da mamãe. Eu vou te levar pra mamãe. Quer vim no colo da titia? [risos] Começamos bem.
Eu vou levar você na sua mãe. Cê quer ir na sua mãe? Quer? Ou cê quer ficar com a titia?
Eu tô um pouquinho confiante, já vou conhecer o pessoal aqui, vou primeiro pela primeira criancinha. E aí, amigo, qual que é o teu nome?
João.
João, posso pegar na tua mãozinha? Vamo dar um rolé por aqui. Eu quero ver como a criança reage no, no olhar com, com a mãe, né? Vai, vamo dar um rolé aqui. Tem como tu pegar na mãozinha dela? Eu senti um pouquinho de, de afinidade aqui, tá? Vem você aqui, princesa. Qual que é o seu nome?
Helena.
Helena? Hum, a Helena tem os olhos muito claros, entendeu? Vamo ver. Ai, não sei, eu tô em dúvida. Calma, va-vamo devolver aqui, tá, Helena. Você, princesa, tudo bem? Eu tô com medo de tirar já dá certo, não tem essa possibilidade, eu acho. Vamo olhar pra, pra, pras mamães. Ó, vem pra cá você. Ah, eu acho que acertei uma, hein?
Eu lasquei agora. Ferrou. Só criança bonita. Oi, amigo. Tudo-- aí, já acho que aqui é mãe e filha. Caraca. Tá, eu vou pegar esse aqui. Eles podem conversar comigo? Tudo bem, amigo? Beleza? Ai, ai. [risos] Cê tem cara de quem apronta. Deixa eu ver qual mãe controla essa criança aqui. Ó, eu vou pela linha de raciocínio que... [risos] A minha estratégia, cara, é, primeiro vai ser física, porque eu acho que homem com mãe tem a cara da mãe, entendeu?
Graças a Deus, porque meu pai é feio. Então assim, vem aqui. Eu acho que a sua mãe é ela. E eu vi uma carinha que, que eu já acertei. Vem cá. Você tem olhos claros. É, é o teu olho, filha. Vem cá, amigo. Ele tá me apertando forte aqui. Moleque estiloso. Vou ver uma mãe estilosa aqui também. Você é dela. Vem. Vem com o tio. Dá um abraço na sua filha.
Deixa eu ver. Só assim? Hum, acho que não. Ela tá fazendo mais suspense que eu.
Não, então a gente vai tirar o dedo da boca, que menino bonito não tem dedo na boca. Essa mamãe tá concordando muito comigo. Mamãe geralmente defende o filho, né? Acho que cê tá mentindo pra mim. Vou nos olhares, tá? É ela. Eu senti assim, sabe, um-- gente, olha. Meu Deus, ai eu acho que eu acertei essa.
Calma, amigo, fica aqui, fica aqui. Passa você pra cá. Qual que é seu nome, amigo?
Luiz Miguel.
Luiz Miguel. Eu vou trocando todo mundo um pouco pra saber como que as crianças e as mães reagem, entendeu, com as trocas, sabe? Tipo essa princesa aqui. Posso? Ai, que coisa fofa. Eu acho que é aqui. Eu já acho porque eu acho parecido, tipo assim, um pouquinho da roupa também, um pouquinho chamativa, sabe? Dá um abraço na tia. Não, não é você, não é aqui não.
A mamãe é bonita? É linda, princesa da Disney? Então vou tá da princesa da Disney. Eu acho que a princesa da Disney é ela. Posso deixar com essa princesa linda agora? Não? Então tá. Então vou pra outra princesa da Disney. Vou pra essa princesa da Disney. Pode ser essa? Pode? Então tá, então vem você. Gosta de bola? Sim. A sua mãe joga bola com você? Não, não.
Só me olha no futebol. Ela só te olha? Ela não chuta? Eu também não gosto não, só gosto de olhar e gritar. Ela grita? Se eu bagunçar lá, ela grita comigo. Deixa eu ver se eu adivinho. Não precisa falar quem é não, tá? Deixa eu ver a cara dela, se é de brigona
E você, criança, cê tá à vontade né, com a sua mãe aí? Não? [risada] Ela, pelo amor de Deus. Vem cá, quer vim contigo? Vou adivinhar quem é sua mãe, tá bom? Deixa eu ver. Não, vou mudar. Você tem cara de mãe de menina. E você... Vem. [risada] Não, não, pode ir com a sua mãe. Vai com a sua mãe, volta. Vem amigo, você é dela, você é dela, né?
[risada]
Vou levar o meu jogador pra quem eu acho que é a mãe dele, tá? Eu vou levar pra essa jogadora. Vem, amor. A sua mãe é bonita? É? Posso tirar? Não? Vou te levar na mamãe, tá? Te levar na mamãe. A sua mamãe. Quer ir no colo dela? Quer não. Cê não gostou? Não? Mas eu vou trocar assim mesmo.
Dá um abraço nessa tia aqui. Pô, você tá difícil, hein, moleque. Qual que é o teu nome? Thales. Thales? Thales, vem pra cá, Thales. E você, amigo, vem pra cá. Agora, vo-você que tem muita tatuagem, eu tô pensando muito no teu estilo assim. Eu acho que é você. Vem aqui. Porque ele parece ter um estilo mais descolado, sabe? Tem um, um risquinho na sobrancelha, ela tem umas tatuagem muito irada.
Eu acho que pode ser. Ó! Vem você, amigo, pra cá. Troca com, com esse neném lindo. Vem. Oba. Vamo dar um pas-- vamo dar um passeio por aqui. Não, você não é. Ih, ih, não era pra ter trocado. Ai, meu Deus, eu tô muito confuso.
Pra onde cê tá olhando? [risada] Sua mãe é bonita? Fala pra tia. Então vou procurar tua mãe linda. Eu vou, cê por quê?
Essa.
Oi. [risada] Porque você tá muito linda olhando pra ela. Um olhar de apaixonada, olha o sorriso. Sorri agora.
Aqui tá certo, aqui tá certo, três pontos já. Eu tenho que fazer bastante ponto, porque eu não tenho nem dinheiro pra pagar a aposta que eu prometi pra minha mãe. Então aqui eu acho que a paleta encaixou. Vocês eu tô meio que na dúvida ainda. Vem aqui, deixa eu só testar uma coisinha, vem cá, rapidinho. Deixa eu ver. Vem aqui, vem amigo. É que cê tem cara de mãe de homem, de menino.
[risada]
Agora você, ó, desde o começo eu já sei quem é sua mãe. Tua mãe. Não, mas é tua mãe sim, tem o olho igual. É de empréstimo só, por enquanto. Eu tenho que acertar, gente, vem. Eu acho que a sua mãe é essa, porque ela é um pouco tímida e você também. Ai, eu acho que eu acertei, gente, sério. Porque os dois são tímidos. Você é tão fofa.
Posso roubar você pra mim? Posso levar você pra casa? Não?
A mamãe.
Cê quer sua mamãe? Então vou acertar sua mamãe agora. Agora vou acertar sua mãe, tá? Ela é linda como você? É?
A mamãe.
Acho que é ela. Eu acho que eu acertei de novo, porque foi muito fácil.
Ó, vamo fazer a brincadeira. Qual que é a sua cor favorita? Azul. Azul? E da sua mãe, cê sabe qual é a cor favorita da sua mãe? Laranja. Laranja? Azul, verde, amarelo. Tua mãe tem muitas cores favoritas, então. Eu acho que eu vou passar você pra cá então, porque você e sua mãe tão no azul. Aí você eu vou passar pra cá. Cara, eu tô com muito medo, a gente tá indo muito mal.
Ó, esse aqui quer ser meu, hein?
Olha, só uma coisa. Minha mãe é de cabelo preto.
Sh, não pode. Não, pode, cabelo pode. Só fala assim: ela é linda. É linda? Ah, para, não acredito que tu falou isso. Vou te dar um beliscão. Sua mãe é a princesa da Disney, meu filho, só de aturar vocês, ela tem que ser linda. O dia inteiro jogando bola, dando... Ai, meu Deus.
Cheguei na porta dela.
Cheguei? Tá chegando perto, tá? Eu acho que eu só tô errando dois. Ela e essa. Vamo trocar pra ver?
Agora, a dúvida mesmo é entre Thales, né, meu parceiro Thales, e minha outra princesa ali. Eu vou fazer assim, ó, vou mudar tudo. Vem neném. Vem, meu amigo. Amigo, deixa eu te fazer uma pergunta. Qual que é a sua fruta favorita? Maçã. E sua cor? Azul. Azul? Todas as crianças gostam de azul. Aí tá de azul, ele gosta de azul. Não, vou te deixar lá com a tua mamãe.
Essa aqui é a tua mamãe. Dá um abraço na mamãe. Não senti firmeza. Você eu vou trocar com ele. Não, não vou não, cês tão muito apegado. Que isso, gente? Eu acho que eu vou deixar assim mesmo. Eu acho que todo mundo casou aqui, entendeu? Ele, ele todo bonitinho aqui, tá, tá tudo agarrado aqui. A Helena não para de conversar com a mamãe. Ele, são todo descolado, ele tem um negocinho no cabelo, ela é cheia de tatuagem assim, tudo irado.
Eu tô achando que aqui é o gabarito, tá? Eu tenho quase certeza. Pelo teu sorriso, eu acho que eu tô satisfeito.
Tá, eu vou trocar. Vem, volta, vem, vem. Meu Deus, tanta troca. Tá, eu vou trocar você. Vem cá, amigo. Você. Você. Dá um abraço, dá um abraço. Abraça. Hum. Dá um abraço nela, assim. Gente, tu tá misterioso, né? Tu não entrega ninguém, não. E se eu trocar você? [risada] Tadinho. Eu acho que é isso aqui mesmo. Eu acho que é isso.
Cê gosta dela? Cê acha ela linda? Acha? Ela é bonita? Cê quer ficar no colo dela? Ela é bonita igual a você? É? Então ela é sua mãe. Tá vendo? Nem tudo é o olho. Eu fui por causa do olho, mas não é o olho, o olho não tem nada a ver. Sua mãe tem olho preto, não tem?
A minha mãe tem olho castanho.
Castanho? Hum, adorei esse olho castanho da mamãe. Vamo ver esse olho castanho da mamãe? Gente, eu tô chocada que essas crianças tão me enganando muito. Preciso ganhar, eu fiz uma aposta, vocês têm que me ajudar, gente. Não, esse eu não quero mexer mais, que esse eu acho-- eu tenho certeza que tá ok. Ela também tá ok. Olha, a mãe deixou, a mãe que deixa fazer o que quer, ó, tá vendo?
Tirando cordão, botando. Ela é mãe mesmo. Você eu senti muito segura nesse colinho. Cê tá feliz aí? Tá? Então você é aí mesmo. Você também tá feliz aí, não tá? Que bonitinha, gente. Você tá feliz aí, jogador? Tá? Não? Quer dar um rolé comigo? Quer achar outra mãe? Vamos achar outra mãe. Vem. Já sei que não é você, senão eu não ia. Ela tem o olho preto, castanho, hein?
Igual o seu. Ela parece com você? Cara, eu vou te levar embora pra minha casa. Já que você não quer falar como é que é tua mãe, eu posso ser sua mãe então, pô. Eu acho que é você. Ih, deu ruim pra mim. Ele se sentiu melhor aqui. Depois, no final, ele é você pra mim. Fico nervosa pelas crianças. Então, eu acho, tenho quase certeza que eu acertei assim umas quatro, cinco.
As crianças tão sendo tipo muito artista realmente, entendeu? Uns eu sei que se identificaram muito. Esses dois aqui eu tenho certeza que eu gabaritei. Esse também, que eu acho que a mãe é tímida, o filho também. Bem, torcendo aí pra eu ter errado três ou dois.
Se o Bernardo acertou o seu filho, levante sua mão.
Pode olhar pra trás? Um, dois, três, quatro. Caraca! E, e vocês são de quem?
Eu posso olhar? Que isso? Vocês não são não?
Se a Dani acertou quem é seu filho, levanta a mão.
Ai, são dois, pô, sacanagem. Esse eu tinha supercerteza.
Ela não é? Ah, ele tá chorando por isso. Vem com a sua mamãe, vem, vem com a sua mamãe. Quem é a sua mamãe? Quem? Ah. [risos]
Vamo na mamãe. Me mostra sua mamãe. Pode mostrar a mamãe agora. Agora pode. Cara, que engraçado. É ela? Ai, que tudo! Tava tão pertinho.
E tu é dela? Errei tudo com ela, né? Moleque misterioso, hein? Tu é bom nisso, hein? Ferrou, eu vou, vou ter que gastar um dinheiro. Você, né? Eu tava certo, né? Errei tudo, ferrou. Gastar um dinheiro que eu nem tenho. Meu Deus do céu. Até que faz sentido mesmo, fui meio burro. [risos]
Aí você é dela, não? Ai, meu Deus!
E você, quem é a sua mamãe?
Ai, que medo. Você é aqui...
Quem é a mamãe? Mostra pra tia, quem é a mamãe? Ah, poxa, nem me liguei, eu podia ter visto azul com azul, né, mas...
E meu parceiro é aqui, né? Caraca, maluco, como que eu não acertei? Que loucura.
Eu acho que ele gostou de mim, tá? Ele quer que eu pule na cargunda, cê tá doido? Cê já tá velho, eu não aguento não, filho. Quem é sua mãe? Ah, tava do lado. A mãe é tímida, mas ele não é, não. Poxa, você me enganou, né? Quem é sua mamãe? Ah!
Tá o senhor. [risos] Errei tudo. Ferrou.
Pensei, eu pela, pela cara dele que ele é meu. [risos] Eu devo ter me saído bem. Ai, são dois, pô, sacanagem. Senão eles tavam muito felizes, assim, eu não tô vendo essa felicidade toda, entendeu, de "caraca, eu sou sua". Não, não tô vendo.
É, o bagulho foi difícil mesmo. [risos]
Muito, pô, muito, foi muito difícil.
Foi muito difícil.
Foi mais difícil que vocês esperavam?
Muito. Tinha uma que eu tinha certeza absoluta que ela, que era ela. É a mãe e a filha. Só que, mano, não deu.
Eu, eu-
Jura?
Tive muita dificuldade também.
Sério? Não, aí também, também não foi isso, tu também não.
Não, depois eu fiquei com raiva de mim, porque, tipo, tinha uma criança chorando muito no colo da mãe. Aí eu falei assim: "ah, é porque ela não quer sair do colo". Eu tentei pegar, ela não saiu. Só que depois eu descobri que era porque ela não era filha de quem ela tava. Por isso que ela tava chorando, ela me confundiu toda.
Entendi, eu acho que eu sei quem é essa criança.
E tinha um moleque todo misterioso, que não, que não olhava pra nada, ele fazia... O de cabeludinho assim?
É, ele me confundiu também.
Pô, esquece. Eu fiquei muito confuso, mas eu não acho nem que eu fui o melhor de todos, mas também não fui o pior. Eu acho que eu empatei pra mais, entendeu?
Eu acho que eu tô aqui, então. Calma, se eu acertar que eu tô aqui, eu ganho os quinhentos reais, os mil reais?
É, deve ter, ganho sim.
Porque ele é o primeiro, filho.
Não, não, não muda, não. Puxa aí, puxa aí, puxa aí.
Não, então vamo fazer uma aposta, vamo fazer uma aposta. Quem ganhar, milzinho na conta.
Ou o ranking é assim, na minha cabeça, tá? Que ele tá me deixando agora abalada. Ou é exatamente assim.
Na minha cabeça também.
Ou eu posso surpreender e eles surpreenderem também, e eu sou aqui.
Tá bom.
Vai que, vai que.
É quase impossível também.
Por quê?
Eu acho que sim.
Tá, eu vou fazer a revelação final agora. Tem dois acertos de sete duplas. Chegamos à Daniela.
[risos] Dois. Que isso?
Que isso, Daniela, dois acertos só.
Eu achei que eu não tinha nenhum, pô.
E foi por pouco, tá? Em segundo lugar, quatro acertos. Em primeiro lugar, Bernardo.
Muito obrigado, eu falei que eu ia ganhar essa parada. Aêêê! Eu tenho uma criança dentro de casa, eu não podia perder, eu cuido desse moleque. Eu cuido, eu cuido. Ó, daqui a pouco eu vou mandar o pix certinho, a chave. Faz cair. Fala, Thiaguinho. Esse aqui acreditou em mim até o final. E quinhentos pra ele. É isso aí, é isso aí. É isso aí. Vou dar o presente pro meu irmão.
É isso aí.
Como é que a gente vai fazer?
Hei, hei, hei, hei, hei, hei, hei, hei. A gente vai gastar tudo de cartinha. Ê, coisa linda.